quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Canto da Casa de Sanoane de Cima
(Folclore minhoto / transmontano, ritmo vivo para concertina)
I
Lá no alto da Rechã, onde o vento faz caminho,
Há uma casa que é farol, pedra velha com carinho.
Casa de Sanoane é nome, tradição que nunca passa,
É história que se levanta no calor de cada praça.
Refrão
Ó Casa de Sanoane,
lá no cimo a florescer,
quem te vê não te abandona,
volta sempre a teu saber.
A concertina dá o tom,
o povo canta e anima:
viva a alma de Bucos,
viva a Casa de Sanoane de Cima!
II
No sopé do Outeiro antigo, o cruzeiro faz vigília,
E ecoam pelas paredes séculos de uma família.
Delgados, Henriques e Brás, nomes que o tempo guardou,
Cada pedra tem memórias do suor que ali ficou.
Refrão
Ó Casa de Sanoane,
lá no cimo a florescer…
(repete)
III
Quando a concertina soa, dança o povo na eira,
E a lua fica a espreitar por cima da oliveira.
Quem entra sente o abraço desta casa tão antiga,
Que no peito de quem parte deixa sempre uma cantiga.
Refrão final
Ó Casa de Sanoane,
és raiz que nunca finda!
Quem nasceu ao teu lado
tem a alma mais bem-vinda.
Entre histórias e saudade,
canta a terra que nos anima…
viva Bucos, viva a gente,
viva a Casa de Sanoane de Cima!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário