segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Freguesia de Bucos, Concelho de Cabeceiras de Basto

Descubra a maravilhosa Freguesia de Bucos! Bucos, uma freguesia encantadora no concelho de Cabeceiras de Basto, aninhada no sopé da majestosa Serra da Cabreira. Esta aldeia montanhosa é um tesouro escondido. Formada pelos pitorescos lugares de Vila Boa, Carrazedo, Casares e Além do Rio, Bucos acolhe cerca de 500 habitantes num ambiente de pura autenticidade. Encante-se com as suas inúmeras casas ancestrais, cheias de histórias e tradições familiares. A sua bela Igreja Paroquial de São João Batista de Bucos é um marco de devoção e beleza arquitetónica. Uma joia rural que cativa todos os visitantes!

Eventos de Casamentos e Reuniões Familiares da Casa de Sanhoane de Riba

Que alegria mergulhar nas memórias da Casa de Sanhoane de Riba! Desde 1677, esta casa encantadora é palco de celebrações que aquecem o coração. Pelas Memórias Paroquiais da Igreja de São João Batista de Bucos, testemunhamos casamentos emocionantes e reuniões familiares inesquecíveis! As famílias Delgado,Francisco, Henriques, Oliveira, Domingues, Alvarez, Gomes, Fernandes,Basto, Vieira, Gonçalves e Braz entrelaçaram suas histórias aqui, criando uma tapeçaria de amor e tradição. Cada união, cada encontro, ecoa através dos séculos, celebrando laços que o tempo não apaga. Que legado vibrante e inspirador, uma verdadeira festa da vida que continua a brilhar!

Hino a Bucos

“Canção a Bucos” (1.ª Estrofe) No sopé da Cabreira desperta o luar, Entre montes antigos que sabem cantar. Corre o rio Peio, menino a nascer, Trazendo histórias do povo a crescer. (Refrão) Ó Bucos, terra que guarda o vento, Do tempo antigo, do firmamento. Entre Vila Boa, Carrazedo e Casares a florir, És o lar da saudade que vive em mim a seguir. (2.ª Estrofe) Ponte da Pereira, de pedra a guardar Os passos de outrora que voltam no ar. E lá mais acima, a veiga a brilhar, Casas de memórias que o sol vem beijar. (Refrão) Ó Bucos, terra que guarda o vento, Do tempo antigo, do firmamento. Entre Vila Boa, Carrazedo e Casares a florir, És o lar de saudades que vive em mim a seguir. (Ponte) Igreja de São João Batista a tocar, Sinos que acordam o povo ao luar. Ecoam na serra, chamando união, Bucos é raiz, é casa, é coração. (Refrão Final) Ó Bucos, terra que guarda o vento, Do tempo antigo, do firmamento. Entre Vila Boa, Carrazedo e Casares a florir, És o lar da saudade que vive em mim a seguir.

Adaptação da letra "Hino Casa de Sanoane de Cima"com colocação rítmica sugerida

Adaptação da letra com colocação rítmica sugerida (não é partitura, mas guia de canto com acento natural) I G No co-ra-ção de Bu-cos Em há me-mó-rias a can-tar, C Ca-sa de Sa-no-a-ne, D on-de o tem-po vem pou-sar. G E-co-mu-seu da vi-da, Em das mãos que a-li so-nha-ram, C E-cos de ou-tras e-ras D que ja-mais se a-pa-ga-ram. Refrão G Ó Ca-sa de Sa-no-a-ne, D guar-di-ã do nos-so chão, Em Lar de tan-tas his-tó-rias, C fé, fa-mí-lia e tra-di-ção. G En-tre Del-ga-do e Hen-ri-ques, D e o Hen-ri-ques Braz tam-bém, C Vi-ve o no-me, vi-ve a gen-te, D vi-ve o que a ca-sa tem.

Letra do HINO da Casa de Sanoane de Bucos, Ecomuseu Familiar

CASA DE SANOANE de BUCOS (Letra original – estilo cantiga tradicional minhota/romance) I No coração de Bucos há memórias a cantar, Casa de Sanoane, onde o tempo vem pousar. Ecomuseu da vida, das mãos que ali sonharam, Ecos de outras eras que jamais se apagaram. Refrão Ó Casa de Sanoane, guardiã do nosso chão, Lar de tantas histórias, fé, família e tradição. Entre Delgado e Henriques, e o Henriques Braz também, Vive o nome, vive a gente, vive o que a casa tem. II Nos muros de granito, cada pedra é um segredo, Da Ordem de São João Batista, cruz de força e de enredo. Ali nasceram risos, promessas e casamentos, Bendita casa antiga, cheia de novos momentos. Refrão Ó Casa de Sanoane, guardiã do nosso chão, Lar de tantas histórias, fé, família e tradição. Entre Delgado e Henriques, e o Henriques Braz também, Vive o nome, vive a gente, vive o que a casa tem. III E nos serões de inverno, quando o lume acendia, Contavam-se as histórias que o passado repartia. E hoje quem lá passa sente o peito a estremecer, Pois ali mora a memória que não quer desaparecer. Refrão (final) Ó Casa de Sanoane, és raiz e és coração, Eco antigo de Bucos, orgulho desta região. Entre Delgado e Henriques, e o Henriques Braz também, vive o nome, vive a gente, vive o que a casa tem.

sábado, 15 de novembro de 2025

Eventos em 1747 e 1947

CASAMENTO, Em 1747 na Igreja de Bucos, realizou-se o casamento de João Delgado da Casa de Sanhoane de Riba, com Ana Domingues, sem data, referido nas memórias paroquiais. Nascimento, Em 1947, no dia 7 de março, nasceu na Casa da Pereira Manuel de Oliveira Henriques Braz, atual proprietário da Casa de Sanoane de Cima. CURIOSIDADE, Em 1847, habitava a Casa de Sanhoane de Riba António Henriques Basto casado com Luisa Fernandes, que tinham casado, segundo as memórias paroquiais em 1844

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Bucos, demografia e território

Demografia e território da Freguesia de Bucos A Freguesia de Bucos tem uma área de 17,8 km² e 469 habitantes segundo o censo de 2021, resultando numa densidade populacional de 26,3 hab./km². A freguesia inclui os lugares de Bucos, Vila Boa, Carrazedo e Casares. Encaixada na extremidade noroeste do Município de Cabeceiras de Basto, Bucos é uma freguesia serrana onde se respiram já os ares da serra da Cabreira. Situa-se no sopé da Serra da Cabreira sendo por isso cercada de montanhas e constituindo zona propícia à criação de gado caprino e ovino. As principais riquezas da região são o vinho verde, o milho, o azeite e a pecuária, com destaque para a raça bovina-barrosã e maronesa. Esta caracterização económica reflete a vocação rural da freguesia e a sua integração na economia agrícola tradicional do Alto Minho. Equipamentos e serviços da Freguesia de Bucos A sede da Junta de Freguesia localiza-se em Bucos, na morada 4860-122 Bucos, com contacto telefónico 253 657 500 e email freguesiabucos@gmail.com. No que diz respeito às vias de comunicação, Bucos é das freguesias mais privilegiadas do município cabeceirense, com todos os caminhos de acesso aos diferentes lugares calcetados e fácil acesso à sede do município. A nível arquitetónico destaca-se a igreja paroquial situada no centro da freguesia, o cruzeiro, o espigueiro de Carrazedo, as casas em cantaria de traça rural e o Pisão de Bucos. O espigueiro de Carrazedo, datado de 1853, mede 29,40 metros de comprimento e é considerado um dos maiores de Portugal. Património cultural e tradições de Bucos Em dezembro de 2023, a Direção-Geral do Património Cultural aprovou a inscrição do “Jogo do Pau de Cabeceiras de Basto” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, uma manifestação que se pratica nas freguesias de Abadim e Bucos, representada pela Associação Desportiva e Cultural S. João Baptista de Bucos. As principais festividades incluem a festa em honra de S. João Baptista, a Festa do Senhor e a Senhora do Alívio. A freguesia orgulha-se também do seu património arquitetónico, nomeadamente o espigueiro de Carrazedo, que possui a inscrição MLA e data de 1853. Localidades e lugares da Freguesia de Bucos A freguesia é composta pelos lugares de Bucos (sede), Vila Boa, Carrazedo e Casares. O lugar de Carrazedo ganhou particular notoriedade quando foi considerado, em 1938, uma das aldeias mais portuguesas de Portugal. Cada um destes lugares mantém as suas características rurais tradicionais, contribuindo para a identidade única da freguesia no contexto do município de Cabeceiras de Basto. A preservação do património arquitetónico e das tradições locais constitui um dos principais desafios para a próxima legislatura autárquica.