segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Poema canção a Bucos

🎵 “Bucos, Terra Onde o Tempo Encanta” (letra) (Verso 1) No sopé da Cabreira começa o amanhecer, Bucos acorda devagar, como quem sabe viver. A igreja ergue-se firme, guardiã da devoção, E no cruzeiro de Sanoane reza o vento em oração. (Refrão) Ó Bucos da minha alma, terra antiga, chão sem fim, Rio Peio que me leva, mas traz sempre de volta a mim. Da ponte da Pereira vejo a vida a refletir, E em Vila Boa, Carrazedo e Casares volto sempre a sorrir. (Verso 2) Pelos trilhos da montanha há segredos a contar, Pastores, rezas e histórias que o povo aprendeu a cantar. O Peio corre ligeiro por entre rochas do destino, É o sangue desta terra, é memória em cada moinho. (Refrão) Ó Bucos da minha alma, terra antiga, chão sem fim, Rio Peio que me leva, mas traz sempre de volta a mim. Da ponte da Pereira vejo a vida a refletir, E em Vila Boa, Carrazedo e Casares volto sempre a sorrir. (Ponte) Quando a noite cai serena e o silêncio faz crescer, A Cabreira veste estrelas, como manto a proteger. E quem parte leva dentro um chamamento natural: Bucos prende pela alma, como amor ancestral. (Refrão Final) Ó Bucos da minha alma, meu destino é por aqui, Nos caminhos da Pereira, fui criança, sou raiz. Do cruzeiro ao rio velho, tudo canta a mesma luz, Vila Boa, Carrazedo e Casares — Onde a saudade me conduz.

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