segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Adaptação da letra "Hino Casa de Sanoane de Cima"com colocação rítmica sugerida
Adaptação da letra com colocação rítmica sugerida
(não é partitura, mas guia de canto com acento natural)
I
G
No co-ra-ção de Bu-cos
Em
há me-mó-rias a can-tar,
C
Ca-sa de Sa-no-a-ne,
D
on-de o tem-po vem pou-sar.
G
E-co-mu-seu da vi-da,
Em
das mãos que a-li so-nha-ram,
C
E-cos de ou-tras e-ras
D
que ja-mais se a-pa-ga-ram.
Refrão
G
Ó Ca-sa de Sa-no-a-ne,
D
guar-di-ã do nos-so chão,
Em
Lar de tan-tas his-tó-rias,
C
fé, fa-mí-lia e tra-di-ção.
G
En-tre Del-ga-do e Hen-ri-ques,
D
e o Hen-ri-ques Braz tam-bém,
C
Vi-ve o no-me, vi-ve a gen-te,
D
vi-ve o que a ca-sa tem.
Letra do HINO da Casa de Sanoane de Bucos, Ecomuseu Familiar
CASA DE SANOANE de BUCOS
(Letra original – estilo cantiga tradicional minhota/romance)
I
No coração de Bucos há memórias a cantar,
Casa de Sanoane, onde o tempo vem pousar.
Ecomuseu da vida, das mãos que ali sonharam,
Ecos de outras eras que jamais se apagaram.
Refrão
Ó Casa de Sanoane, guardiã do nosso chão,
Lar de tantas histórias, fé, família e tradição.
Entre Delgado e Henriques, e o Henriques Braz também,
Vive o nome, vive a gente, vive o que a casa tem.
II
Nos muros de granito, cada pedra é um segredo,
Da Ordem de São João Batista, cruz de força e de enredo.
Ali nasceram risos, promessas e casamentos,
Bendita casa antiga, cheia de novos momentos.
Refrão
Ó Casa de Sanoane, guardiã do nosso chão,
Lar de tantas histórias, fé, família e tradição.
Entre Delgado e Henriques, e o Henriques Braz também,
Vive o nome, vive a gente, vive o que a casa tem.
III
E nos serões de inverno, quando o lume acendia,
Contavam-se as histórias que o passado repartia.
E hoje quem lá passa sente o peito a estremecer,
Pois ali mora a memória que não quer desaparecer.
Refrão (final)
Ó Casa de Sanoane, és raiz e és coração,
Eco antigo de Bucos, orgulho desta região.
Entre Delgado e Henriques, e o Henriques Braz também,
vive o nome, vive a gente, vive o que a casa tem.
sábado, 15 de novembro de 2025
Eventos em 1747 e 1947
CASAMENTO,
Em 1747 na Igreja de Bucos, realizou-se o casamento de João Delgado da Casa de Sanhoane de Riba, com Ana Domingues, sem data, referido nas memórias paroquiais.
Nascimento, Em 1947, no dia 7 de março, nasceu na Casa da Pereira Manuel de Oliveira Henriques Braz, atual proprietário da Casa de Sanoane de Cima.
CURIOSIDADE, Em 1847, habitava a Casa de Sanhoane de Riba António Henriques Basto casado com Luisa Fernandes, que tinham casado, segundo as memórias paroquiais em 1844
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
Bucos, demografia e território
Demografia e território da Freguesia de Bucos
A Freguesia de Bucos tem uma área de 17,8 km² e 469 habitantes segundo o censo de 2021, resultando numa densidade populacional de 26,3 hab./km². A freguesia inclui os lugares de Bucos, Vila Boa, Carrazedo e Casares.
Encaixada na extremidade noroeste do Município de Cabeceiras de Basto, Bucos é uma freguesia serrana onde se respiram já os ares da serra da Cabreira. Situa-se no sopé da Serra da Cabreira sendo por isso cercada de montanhas e constituindo zona propícia à criação de gado caprino e ovino.
As principais riquezas da região são o vinho verde, o milho, o azeite e a pecuária, com destaque para a raça bovina-barrosã e maronesa. Esta caracterização económica reflete a vocação rural da freguesia e a sua integração na economia agrícola tradicional do Alto Minho.
Equipamentos e serviços da Freguesia de Bucos
A sede da Junta de Freguesia localiza-se em Bucos, na morada 4860-122 Bucos, com contacto telefónico 253 657 500 e email freguesiabucos@gmail.com. No que diz respeito às vias de comunicação, Bucos é das freguesias mais privilegiadas do município cabeceirense, com todos os caminhos de acesso aos diferentes lugares calcetados e fácil acesso à sede do município.
A nível arquitetónico destaca-se a igreja paroquial situada no centro da freguesia, o cruzeiro, o espigueiro de Carrazedo, as casas em cantaria de traça rural e o Pisão de Bucos. O espigueiro de Carrazedo, datado de 1853, mede 29,40 metros de comprimento e é considerado um dos maiores de Portugal.
Património cultural e tradições de Bucos
Em dezembro de 2023, a Direção-Geral do Património Cultural aprovou a inscrição do “Jogo do Pau de Cabeceiras de Basto” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, uma manifestação que se pratica nas freguesias de Abadim e Bucos, representada pela Associação Desportiva e Cultural S. João Baptista de Bucos.
As principais festividades incluem a festa em honra de S. João Baptista, a Festa do Senhor e a Senhora do Alívio. A freguesia orgulha-se também do seu património arquitetónico, nomeadamente o espigueiro de Carrazedo, que possui a inscrição MLA e data de 1853.
Localidades e lugares da Freguesia de Bucos
A freguesia é composta pelos lugares de Bucos (sede), Vila Boa, Carrazedo e Casares. O lugar de Carrazedo ganhou particular notoriedade quando foi considerado, em 1938, uma das aldeias mais portuguesas de Portugal.
Cada um destes lugares mantém as suas características rurais tradicionais, contribuindo para a identidade única da freguesia no contexto do município de Cabeceiras de Basto. A preservação do património arquitetónico e das tradições locais constitui um dos principais desafios para a próxima legislatura autárquica.
sexta-feira, 4 de julho de 2025
Em 1716, Sítio referenciado como Sanhuane, in Memórias Paroquiais
Em 1716, os registos paroquiais de Bucos/Buquos/Buques documentam dois nascimentos significativos na mesma localidade. A 3 de março, nasceu Manuel no sítio de Sanhuane, sendo este evento devidamente assinalado nos arquivos da paróquia. Posteriormente, o mesmo documento regista o nascimento de António, identificado como o segundo filho da família. Ambas as ocorrências foram inscritas numa única memória paroquial, o que atesta a prática comum de agrupar registos familiares. Estes assentos constituem fontes históricas relevantes para o estudo demográfico da região no século XVIII, preservando a memória dos seus habitantes.
Sanuanhe de Baixo, (assim escrito)
A referência a Sanuanhe de Baixo (assim escrito).
Em 1721, surge a primeira menção documentada a Sanuanhe de Baixo nas memórias paroquiais relativas a Pedro Francisco.
Este registo, grafado precisamente como "Sanuanhe de Baixo", marca um momento histórico para a localidade, inserindo-a oficialmente nos anais administrativos da região.
A referência nestes documentos eclesiásticos não só atesta a existência da casa na época, mas também oferece uma valiosa perspetiva sobre a organização e a vida comunitária do século XVIII.
Constitui, assim, um marco fundamental para a compreensão da genealogia e da história local desta área.
sexta-feira, 23 de maio de 2025
Cruz de Malta e a Cruz da Ordem de S João
A cruz de Malta e a cruz da Ordem de São João são símbolos fortemente associados, mas com nuances. A cruz de Malta é o símbolo principal da Ordem de Malta (Soberana Ordem Militar de Malta) e das ordens de São João, enquanto a cruz da Ordem de São João (às vezes chamada de cruz de Malta) é um símbolo mais amplo, usado por diversas ordens e organizações de São João, incluindo a Ordem de Malta.
Cruz de Malta:
É um símbolo histórico, especialmente associado à Ordem de São João de Jerusalém (fundada no século XI) e seus sucessores.
Caracteriza-se pelas oito pontas, que podem simbolizar virtudes, como lealdade, caridade, entre outras.
É um símbolo emblemático da Ordem Soberana e Militar de Malta, da Ordem de São João e suas ordens aliadas.
Também é conhecida como cruz de Amalfi ou cruz de São João.
Cruz da Ordem de São João:
A cruz da Ordem de São João é o símbolo mais amplo, usado por diversas ordens e organizações que se consideram descendentes ou relacionadas à Ordem de São João de Jerusalém.
Inclui a Ordem Soberana e Militar de Malta, mas também se aplica a outras ordens de São João e organizações de serviço em diversos países.
Embora muitas vezes se refira à cruz de Malta, a cruz da Ordem de São João pode ter diferentes variações e símbolos adicionais, dependendo da organização específica.
Em resumo: A cruz de Malta é um símbolo específico e central da Ordem de Malta, enquanto a cruz da Ordem de São João é um conceito mais amplo, que abrange diversas organizações e ordens que compartilham a mesma história e valores.
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