domingo, 7 de abril de 2024

Casa de Sanoane de Bucos

A casa de Sanoane de Bucos, como Ecomuseu familiar, preserva as características tradicionais e oferece uma visão da vida rural da região. A Casa Rural de Sanhoane de Riba é um patrimônio histórico que remonta a 1677, quando Simão Delgado e Margarida Francisca se casaram, iniciando uma tradição cultural enraizada na região de Basto. A história desta Casa Rural de Sanhoane de Riba em São João Batista de Bucos, Cabeceiras de Basto, iniciada em junho de 1677. Foi então que Simão Delgado e Margarida Francisca, a fundadora desta família, se casaram, segundo as memórias paroquiais, em 18 de junho desse ano. A cultura da família Delgado/Francisco está enraizada nos costumes e tradições da região de Basto.

sábado, 9 de março de 2024

Bucos na Organização Administrativa Pública de Portugal de 1258

No século XIII, D. Fernando III, Conde de Bolonha, estabeleceu a estrutura administrativa de Portugal, fundando vilas e concedendo privilégios à Igreja e a diversas localidades. Em 1258, D. Fernando III, Conde de Bolonha, publicou a organização administrativa pública de Portugal. Nesse documento, é mencionado pela primeira vez o nome de Bucos ou São João Baptista de Bucos, uma vila agrária de origem incerta, registrada no "Inquérito Eclesiástico de São Salvador de Cabeçanillas". Nessa época, o rei D. Fernando III fundou várias vilas e concedeu privilégios de cidade a diversas localidades, além de ter outorgado privilégios significativos à Igreja.

sexta-feira, 1 de março de 2024

Casa de Sanoane de Cima de Bucos, 18.06., aniversário

Parabéns à Casa de Sanoane de Cima, que celebra 347 anos de história em 2024. Fundada a 18 de junho de 1677 por Simão Delgado e Margarida Francisca, esta casa antiga atravessou séculos como guardiã de memórias, trabalho e afetos. Hoje, continua a pertencer a Manuel de Oliveira Henriques Braz, mantendo vivo o seu legado familiar, a identidade da terra e as histórias que passam de geração em geração. Mais do que uma casa, a Casa de Sanoane de Cima é um símbolo de continuidade, raízes profundas e amor pela tradição. Que continue a ser lugar de encontro, memória e futuro.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Casa de Sanoane de Cima de Bucos, famílias

A história familiar revela um percurso de casamentos e uniões que transcende o tempo, desde 1677 até 2013, com a presença de nomes e datas que marcam a evolução de uma família. 1677 Família Delgado/Francisca Casamento de Simão Delgado C/ Margarida Francisca da Casa de Sanoane 1710 Família Delgado/Oliveira Casamento de António Delgado com Ilena Oliveira da Casa do Ruival 1747 Família Delgado/Domingues Casamento de João Delgado com Ana Domingues S/ data Família Henriques/Delgado Casamento de Catarina Delgado com Manuel Henriques S/ data Família Henriques/Alvarez Casamento de Domingos Henriques com Maria Alvarez da Freguesia de Salto 1812 Família Henriques/Gomes Casamento de José Henriques com Maria Gomes da Casa da Pereira 1844 Família Henriques Basto/Fernandes Casamento de António Henriques Basto com Luiza Fernandes da Casa de Cortezelas. 1900 Família Henriques Basto/Vieira Casamento de José Henriques Basto com Maria Vieira da Casa de José. 2013 Família Henriques Braz/Gonçalves Casamento de Manuel de Oliveira Henriques Braz com Maria Luisa Gonçalves In"memórias religiosas"

terça-feira, 28 de novembro de 2023

Rua da Devesa, Bucos

Rua da Devesa, Bucos, em 2018

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Casa de Sanoane de Bucos - Memórias da Casa do Professor

A história de Paulo Casalta, o primeiro professor do ensino fundamental em Bucos, é um testemunho de dedicação e amor à educação. O primeiro professor do ensino fundamental em Bucos foi Paulo Casalta, natural da Guarda, colocado na freguesia em 1910?.(data aproximada) Instalou-se na Casa da Vendeira, na Rua do Lugar, onde abriu a primeira escola. Depois, comprou ou construiu a Casa designada do Professor, no Largo da Senhora dos Caminhos, onde casou com Aureliana Basto Sanoane da Casa de Sanoane de Baixo, irmã de Maria Joaquina e de José António, nos anos 20. Eles viveram na casa do Largo da Senhora dos Caminhos, onde se instalou a nova escola, que meu pai frequentou até a 4ª classe. Naquela época, apenas quatro alunos faziam a 4ª classe: Custódio Braz, Manuel Fernandes, Joaquim da Caseira e um quarto aluno cujo nome não me lembro. Eu, que nasci em 1947, não me lembro do professor Casalta nem de D. Aureliana, mas recordo os filhos do casal. Paulo Casalta teve quatro filhos: José, Efigénio, Paulo e Mariquinhas, que recordo muito bem. José e Efigénio estudaram e se tornaram padres, vivendo em Braga, na Praça Conde de Agrolongo. O Conde de Agrolongo dedicou-se à caridade, fundando creches e asilos, e contribuindo para instituições beneficentes. Padre José e Efigénio foram sacerdotes da diocese de Braga e dedicaram suas vidas à Igreja Católica. Paulo foi professor no Concelho da Póvoa de Lanhoso, talvez na Freguesia de Fonte Arcada. Mariquinhas, por outro lado, ficou em Bucos, casou com Manuel Alves Angustinha, nos anos 1944-1945, e teve cinco filhos: Manuel, Aureliana, Antónia, José e Raquel. Segundo a empregada da família, Lúcia, de Além do Rio, Mariquinhas era uma pessoa fechada e tímida, que vivia sozinha em casa, entre as quatro paredes, embora fosse casada. O marido passava por lá de vez em quando. Os irmãos Padres, que viviam em Braga, enviavam inúmeras caixas de alimentos, através da camioneta da carreira Braga - Cabeceiras, que a empregada ia buscar ao Barraco, Souto Mouro. Era uma casa muito farta, onde se comia bacalhau todas as semanas. Na casa de família Casalta, Mariquinhas viveu muitos anos, mas terminou a sua vida na casa da filha Aureliana, em Guimarães. Dos cinco filhos, Manuel foi o único, que casou e viveu em Bucos. Faleceu com 72 anos de idade num acidente automóvel no cruzamento das ruas da Ponte da Pereira com a rua da Rechada, no lugar da Capela, junto da Poça de Vales. Os restantes filhos da Mariquinhas do Professor saíram da aldeia e viveram a sua vida noutras paragens. A filha Raquel casou com o Sr Jóse Carvalho, GNR, do Lugar de Gondarém, para onde foi viver. Faleceu, segundo informações, de doença cardíaca, no mesmo local, onde o irmão Manuel faleceu. Deixou duas filhas. A filha Antónia morou no concelho de Famalicão. A filha Aureliana mora no Concelho de Guimarães, conjuntamente com seu Irmão José, que já faleceu.

Casa de Sanoane de Bucos - Memórias Casa de Sanoane De Baixo

A família Sanoane de Baixo, com suas múltiplas uniões e migrações, revela a complexidade da vida social na época, marcada por casamentos, filhos e mudanças de residência. José António Basto Sanoane, da Casa de Sanoane de Baixo, era o segundo de três irmãos, Aureliana e Maria Joaquina. Casou-se com Constança do Lugar de Agra e permaneceu na Casa de Sanoane de Baixo, tendo dois filhos, Benta e Manuel. Benta se casou com Manuel da Casa de Piornedo, onde viveu. Infelizmente, faleceu durante o parto de seu último filho, António. Manuel, por sua vez, permaneceu solteiro e faleceu em Piornedo. Maria Joaquina casou-se com Manuel Santos da Touça e mudou-se para a casa dos Santos, na Touça. Aureliana casou se com o Professor Paulo Casalta.