sexta-feira, 16 de março de 2018

GUERRA POR DIVISÃO DE ÁGUA

Tenta matar vizinho em guerra por água Divisão de regadio era motivo de constantes discussões entre os dois agricultores.

Por Fátima Vilaça| 09.12.17 

Homicídio tentado está a ser julgado no Tribunal de Guimarães.


Arguido, de 57 anos, está em liberdade CMTV 162 0

Convencido de que o vizinho com quem partilhava a posse de água de rega, na freguesia de Bucos, em Cabeceiras de Basto, tinha desviado o regadio para os seus terrenos antes da hora prevista, António Rodrigues confrontou o agricultor.

 Tenta matar vizinho em guerra por água Divisão de regadio era motivo de constantes discussões entre os dois agricultores. 

Sem pensar duas vezes, Eduardo Gonçalves avançou sobre o vizinho de enxada na mão e desferiu-lhe dois golpes. Primeiro atingiu António Rodrigues no abdómen, com o cabo da ferramenta e depois desferiu-lhe uma pancada na cabeça com a parte metálica da enxada.44 Fugiu do local com a enxada na mão e deixou o agricultor, de 59 anos, a esvair-se em sangue. 

O agressor, de 57 anos, está agora a ser julgado no Tribunal de Guimarães. Responde por um crime de homicídio na forma tentada. Os factos remontam ao dia 19 de junho do ano passado, nuns terrenos agrícolas conhecidos como ‘Milhera’. As desavenças entre os dois homens eram já conhecidas e existiam até queixas nas autoridades por ameaças de morte de Eduardo Gonçalves, contra o vizinho António Rodrigues. 

No dia do crime, cerca das 19h30, a discussão subiu de tom. Eduardo não gostou das acusações feitas pelo vizinho e agrediu-o com intenção de o matar, o que só não aconteceu, refere a acusação, "por mero acaso e por factos alheios à intenção do arguido". 

Após o ataque, Eduardo Gonçalves refugiou-se em casa e não abriu a porta à GNR. Foi detido no dia seguinte por inspetores da PJ de Braga.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tenta-matar-vizinho-em-guerra-por-agua

quarta-feira, 14 de março de 2018

A AMIZADE É A VIDA


A AMIZADE É A VIDA




domingo, 11 de março de 2018

Bucos, noutros tempos


A calçada antiga, os muros, o rego da água
como eu a conheci nos anos 1950

O forno, o pão, uma atividade artesanal, de ontem e de hoje.


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Imagens antigas da Casa de Sanoane de Bucos

Antiga porta de entrada, 1941 a 1995
O lagar da casa de Sanoane de Cima
A parte lateral da casa de Sanoane de Cima


Imagem vista da rua da Casa de Sanoane de Cima


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

UMA CASA, UMA FAMÍLIA, UM ECOMUSEU

UMA CASA, UMA FAMÍLIA, UM ECOMUSEU


A Casa Rural de Sanoane de Cima
Uma casa rural das mais antigas de Bucos
Sempre dedicada a agricultura da região
Reconstruida em 1841 pela família Henriques Bastos


Em 1953, por morte de José Henriques Bastos,
A Casa de Sanoane de Cima
Passou a pertencer à família Henriques Braz
Família direta na sucessão familiar
Hoje, pertencente à família Manuel Henriques Braz.



A Casa de Sanoane de Cima
Foi ampliada e reestruturada em 1841.
Em 1995 foi reparado o seu telhado.
Em 2000, o interior da casa foi remodelado,
Adaptado aos dias de hoje,
Utilizando a pedra das serranias locais
E a madeira de castanho e carvalho da região.

UM ECOMUSEU FAMILIAR
UMA FAMÍLIA





quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Imagens de Manuel Brás, Bucos

1969

Imagens de Manuel Brás, Cabo Verde

Em Cabo Verde
Na praia da cidade do Mindelo, Ilha de S. Vicente, 1970
Passeio pelas ruas da Cidade do Mindelo, 1970